Igualdade nas relações de gênero
As desigualdades entre mulheres e homens são um dos principais desafios para a Democracia no Brasil. A eleição da Presidenta Dilma para o mais alto posto de representação política do país simboliza mudanças necessárias que precisam ser aprofundadas. Nos âmbitos estaduais e municipais do poder executivo, as mulheres ainda representam somente 13% e 8%, respectivamente, do número de governadores e prefeitos. No poder legislativo nacional, são 11% na Câmara dos Deputados e 12% no Senado. Contribuir para a ampliação dos mecanismos de participação e representação das mulheres na vida política brasileira, por meio, por exemplo, de uma Reforma Política, torna-se um dos objetivos desta linha de trabalho, que também enfatiza o enfrentamento às desigualdades de oportunidades no mundo laboral: acesso e promoção no emprego, enfrentamento das discriminações, de menores rendimentos e informalidade estão entre os temas tratados em iniciativas com parceiras do campo da esquerda, apoiadas para articulação e incidência nos espaços em que afirmam as mulheres como sujeitos políticos e de direitos. Este trabalho é desenvolvido especialmente com organizações sindicais, partidos políticos, ONGs feministas e grupos de mulheres jovens.