Igualdade nas relações de gênero

As desigualdades entre homens e mulheres são desafios básicos da democracia brasileira. Embora as mulheres correspondam à maioria da população e dos eleitores, e disponham em média de um nível educacional mais alto que aquele dos homens, elas são claramente sub-representadas na política e na economia. Dos 513 assentos do Congresso Nacional apenas 9% são ocupados por mulheres; na economia tampouco se tem uma situação mais favorável, dado que tão somente 5% cargos de liderança são ocupados por mulheres. A fim de combater essas e outras dificuldades enfrentadas pelas mulheres na vida social e no mundo do trabalho, o governo desenvolveu, com base nas Conferências Nacionais de Políticas para as Mulheres s, um plano de trabalho com vistas a melhorar a situação político-social das mulheres, o Plano Nacional de Políticas para as Mulheres (PNPM).
A FES apoia e acompanha o desenvolvimento de diversas iniciativas no espectro político progressista com o objetivo de estabelecer fóruns nos quais as mulheres possam discutir e consolidar seus anseios políticos e sociais, e, assim, mais efetivamente levá-los à política e ao debate público. Este trabalho é desenvolvido em estreita cooperação com mulheres ativistas de sindicatos e partidos, e com ONGs feministas.

 

 

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